CDBs de terceiros

Os Certificados de Depósitos Bancários (CDB) são títulos de dívida emitidos por bancos e quem os compra tem direito de crédito contra o banco emissor. Ou seja: o investidor que aplica em um CDB está emprestando seu dinheiro a um banco e será remunerado por isso. Os CDBs de terceiros são certificados que foram emitidos por outras instituições financeiras, não pelo Itaú Unibanco.

Como investir

Para investir, acesse o menu Compre > Renda Fixa. O investimento mínimo é de R$ 5 mil.


Custos e Tributação

Não há cobrança de custódia pela Itaú Corretora. Clique aqui e confira os custos operacionais da Itaú Corretora. Os rendimentos obtidos e o ganho na negociação dos CDBs de terceiros são tributados pelo imposto de renda na fonte, pelas alíquotas regressivas das aplicações de renda fixa. O IOF só é aplicado quando ocorrer o resgate com menos de 30 dias da data da aplicação.

Possibilidades de retorno

• O investidor recebe o dinheiro aplicado e os juros na data de vencimento

Quais as vantagens de investir em CDBs de terceiros?

• É uma possibilidade para você diversificar seus investimentos em renda fixa, que permitem que você saiba, com antecedência, o prazo que seu dinheiro deverá permanecer investido (liquidez) e as condições de remuneração.

• Em casos de intervenção, liquidação ou de falência do banco emissor, os CDBs contam com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF e CNPJ por instituição financeira.


Quais os riscos de investir em CDBs de terceiros?

• O investimento em CDBs de terceiros apresenta riscos como o risco de crédito (possibilidade de o emissor do certificado não quitar sua dívida), de mercado (oscilação no preço do CDB, se o investidor precisar vende-lo antes do vencimento), de liquidez (ausência de compradores quando se deseja vender antes do vencimento), entre outros, que são detalhados no material de divulgação de cada ativo.

• O investidor consegue ter um parâmetro a respeito da segurança de retorno do dinheiro que investiu num CDB por meio do rating (nota de risco) deste título. Quem faz esta análise são as agências de classificação de risco. A nota mais alta para um título é AAA – maior probabilidade de o título ser honrado. A escala vai até C ou D (dependendo da agência) e quanto mais perto de AAA, maior a confiança da agência de que a dívida com o investidor ser paga.